terça-feira, 4 de outubro de 2011

ROCK IN RIO 2011: Eu não fui!

ROCK IN RIO 2011: Eu não fui!

Comprei meu ingresso para o Rock In Rio 2011 para assistir Stevie Wonder. Antes de concluir a operação, entretanto, consultei sobre a acessibilidade e sobre os transportes. A única resposta foi com relação ao acesso que encontraria no interior da área do evento, mas nada sobre o meu deslocamento para chegar lá. Como faria? Descobri que teriam ônibus especiais saindo de vários pontos da cidade, inclusive de um ponto próximo de minha casa (www.cartaoriocard.com.br/rockinrio ). No site, o “cadeirante” devia clicar no FALE CONOSCO solicitando o transporte adaptado. Enviei 5 mensagens eletrônicas e não obtive resposta. Tentei comprar o RIOCARD ESPECIAL, mas não disponibilizaram um ônibus sequer com elevador. Fiz contato com vários órgãos públicos municipais e soube que funcionários devidamente treinados me carregariam e minha cadeira seria transportada no bagageiro. QUANTO RETROCESSO!

VIOLAÇÃO DE DIREITOS, DESCASO E DESRESPEITO!

E NÃO FUI AO ROCK IN RIO 2011!

Regina Cohen, Arqta, DSc. – Especialista em Acessibilidade e Desenho Universal




16/09/2011 07h00 - Atualizado em 16/09/2011 07h22
Deficiente físico que vai ao Rock in Rio de ônibus especial deve avisar hora

RioCard vai disponibilizar cadeiras de transbordo para transporte.
Acesso a carros com licença de estacionamento não será permitido.

G1 RJ

Os deficientes físicos que irão ao Rock in Rio e que forem até o local nos ônibus especiais, utilizando o RioCard Rock in Rio, devem informar no site do RioCard sobre a necessidade de transporte especial. Segundo RioCard, é preciso ir ao site www.cartaoriocard.com.br/rockinrio, acessar a área do "fale conosco" e enviar as informações relativas a dia, horário e local de embarque no ônibus. O festival começa no dia 23 de setembro.
A Secretaria municipal de Transportes informou que nenhum veículo terá acesso à porta de entrada do evento, nem veículos com licença especial de estacionamento para deficientes físicos. Todos os acessos estarão interditados e não haverá estacionamentos, de acordo com a secretaria.

http://g1.globo.com/rock-in-rio/2011/noticia/2011/09/deficiente-fisico-que-vai-ao-rock-rio-de-onibus-especial-deve-avisar-hora.html

quarta-feira, 7 de setembro de 2011

Recital "Meu Mundo", com o tenor SAULO LAUCAS

Com o recital "Meu Mundo", o tenor SAULO LAUCAS do Rio de Janeiro, se apresentou
na AVE CRISTO, na tarde do dia 27 de agosto. Nesta oportunidade, Saulo lançou seu
primeiro CD gravado. O encontro marcou os 20 anos da AVE CRISTO, que graças ao
movimento de inumeráveis Amigos da duas dimensões da Vida e sob a Augusta proteção
de DEUS; a entidade espírita segue oferecendo gratuitamente, o programa de reabilitação
para jovens com dependências de drogas e o CRIANÇA FELIZ (Programa Educacional
de proteção para crianças e adolescentes).

Confira o álbum de fotos da apresentação: https://picasaweb.google.com/114906322538590954316/RecitalDeCantoEPianoComSauloLaucasPereiraEmBiriguiSP#

Confira o vídeo institucional da Casa do Caminho Ave Cristo: http://www.youtube.com/watch?v=ZrONbh5aseE


Durante os 20 anos, foram cerca de 7.320 pessoas com as quais eles conversaram, sendo 3.600 agendamentos de atendimentos, tendo 915 jovens que viveram internados na instituição. O índice de reabilitação varia entre 45 a 55% informou o presidente Vilson Disposti.

O jovem tenor Saulo Lucas, de 26 anos é cego, ex-autista e que sempre gostou de música. Foi através dela que Saulo conseguiu se expressar melhor para o mundo. Um legado de força intima extrema, mostrando que a capacidade intelectual e artística é capaz de superar o corpo imperfeito.

Abençoado pela música, chegou em 4 de maio de 1984 e trouxe consigo o talento que o ligaria ao mundo ao qual não se sentia pertencer. Tem vencido todos os desafios que se apresentam. É graduado no Ensino Médio. Fez o curso Técnico Intermediário de Canto Lírico da Universidade Federal do Rio de Janeiro-UFRJ, sendo aprovado com louvor. Estuda Musicografia com professora particular. Estuda piano desde a adolescência. Renovará a tentativa ao bacharelado, apesar de ter sido brilhante nas provas especificas no primeiro vestibular. Saulo no final do recital agradeceu a importância dos Espíritos que tomam conta dele durante sua apresentação. Em breve estará disponível o vídeo de sua apresentação.

Confira o vídeo da entrevista de Saulo para o jornal A Folha da Região, de Araçatuba-SP: http://www.youtube.com/watch?v=bk7_daBQsyg

Confira um trecho de sua apresentação onde canta Con Te Partiro:
http://www.youtube.com/watch?v=OdYLvLBcqyI

(Informações em email de José Aparecido dos Santos)



Leia mais sobre Saulo Laucas

Acesse:

http://ismaelgobbo.blogspot.com/2011/07/receita-de-felicidade.html

quinta-feira, 18 de agosto de 2011

1º Seminário Estadual de Acessibilidade em Museus e Instituições Culturais/RJ

E-poster apresentado pelo Programa Rompendo Barreiras no 1º Seminário Estadual de Acessibilidade em Museus e Instituições Culturais/RJ realizado nos dias 16 e 17 de agosto de 2011.


VII SENABRAILLE

O Sistema de Bibliotecas da Unicamp divulga VII SENABRAILLE, a ser realizado de 27 a 30 de novembro de 2011, no Centro de Convenções da Unicamp e terá como tema central “Bibliotecas: espaços acessíveis a múltiplos usuários”.

Organizado pela UNICAMP e FEBAB, o Evento tem por objetivo discutir diversas temáticas e permitir o compartilhamento de experiências, oferecendo uma oportunidade para debater e unir esforços para a construção de um ambiente mais acessível.

Para tanto, o VII Senabraille conta especialmente com a assessoria de uma Comissão de Acompanhamento na Área de Acessibilidade, formada por profissionais envolvidos com a causa e pessoas com deficiência, que orienta, acompanha, verifica e monitora as diferentes fases do projeto, apontando ajustes para garantir a acessibilidade de seus participantes e indicando as especificações dos serviços a serem prestados.

Além de palestras e debates, teremos, ainda, minicursos gratuitos, apresentação de trabalhos orais e pôsteres e atividades técnicas, culturais e artísticas.

Será um prazer contar com a sua presença. Junte-se a nós!

Maiores informações na URL http://www.sbu.unicamp.br/senabraille/

Atenciosamente, Comissão Organizadora

VII Senabraille

segunda-feira, 25 de julho de 2011

Escolas públicas e privadas podem ser obrigadas a alfabetizar em braile

Matéria divulgada em 22/julho no site da Câmara dos Deputados. Para ler na íntegra acesse: http://www2.camara.gov.br/agencia/noticias/EDUCA%C3%87%C3%83O-E-CULTURA/200226-ESCOLAS-P%C3%9ABLICAS-E-PRIVADAS-PODEM-SER-OBRIGADAS-A-ALFABETIZAR-EM-BRAILE.html


A Câmara analisa o Projeto de Lei 444/11, do deputado Walter Tosta (PMN-MG), que obriga as escolas públicas e privadas a alfabetizar alunos pelo sistema de leitura em braile, quando for necessário.

O autor diz que, se a proposta for aprovada, as editoras deverão produzir material didático em braile, em quantidade suficiente, e as escolas deverão qualificar seus profissionais para essa tarefa.

“Não se trata somente de um aperfeiçoamento no sistema de ensino, mas de uma adequação às necessidades dos alunos com deficiência e acima de tudo da aplicação da isonomia constitucionalmente garantida. É justo que todo e qualquer brasileiro possa ser alfabetizado, tendo amplo acesso à informação”, afirma.

Lei atual
A Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional (LDB, Lei 9.394/96) estabelece que o dever do Estado com educação escolar pública será efetivado mediante diversas garantias, entre elas o atendimento educacional especializado gratuito aos alunos com necessidades especiais, preferencialmente na rede regular de ensino.

A lei também obriga os sistemas de ensino a assegurar aos alunos com necessidades especiais, entre outros pontos:
- currículos, métodos, técnicas, recursos educativos e organização específicos, para atender às suas necessidades;
- professores com especialização adequada em nível médio ou superior, para atendimento especializado, bem como professores do ensino regular capacitados para a integração desses educandos nas classes comuns.

Tramitação
O projeto, que tramita em caráter conclusivo, será analisado pelas comissões de Seguridade Social e Família; de Educação e Cultura; e de Constituição e Justiça e de Cidadania.

quinta-feira, 7 de julho de 2011

Audiodescrição à vista

Audiodescrição na TV começa a ser obrigatória.

Luís Osvaldo Grossmann – Convergência Digital.

Depois de anos de luta, os cegos brasileiros vão começar a ter direito a assistir ao menos uma pequena parte da programação das emissoras de televisão com o recurso conhecido como audiodescrição. A medida, que passa a valer em 1o de julho, começa com a transmissão de duas horas por semana e beneficia diretamente 16 milhões de deficientes visuais do país.

Principal articulador do movimento pela audiodescrição no país, Paulo Romeu Filho, ele mesmo pessoa com deficiência visual e servidor da empresa de processamento de dados do município de São Paulo, comemorou. “Duas horas por semana podem ser um pequeno passo para nós hoje, mas são resultado de uma luta de mais de cinco anos de conversas com o Ministério das Comunicações e Abert, uma luta difícil”, conta.

Na verdade, as emissoras brasileiras estariam obrigadas a começar a audiodescrição há três anos – ou seja, ainda em 2008 – conforme previa uma portaria editada em 2006. “Mas em 2008 as emissoras não tinham feito nada, disseram que não estavam preparadas, e a Portaria foi suspensa. Voltamos à mesa de negociação”, explica Paulo Romeu Filho.

No novo desenho, da Portaria 188/2010, o que deveria começar com duas horas por dia de programas com audiodescrição virou duas horas por semana, gradativamente ampliada, ao longo dos próximos dez anos, para a transmissão mínima de 20 horas semanais. Bem diferente da norma original, que previa em uma década 24 horas de programação acessível aos cegos.

Na cerimônia que anunciou oficialmente, nesta segunda-feira, 20/6, o início do sistema de audiodescrição, Paulo Romeu Filho alertou para a necessidade de novas conversas com o Minicom e as emissoras. Segundo ele, engenheiros de emissoras menores, no interior do país, sustentam que os equipamentos adquiridos para TV Digital têm limitação de canais de áudio.

Ainda assim, como insistiu, o primeiro passo é importante e o avanço depende, em grande medida, da resposta das próprias pessoas com deficiência. “É preciso manifestação. Os surdos conseguiram em 2008 e a partir de julho deste ano 8 horas de programação diárias são obrigatoriamente com closed captions”, lembrou Romeu Filho.

O secretário executivo do Minicom, Cezar Alvarez, insistiu, também na necessidade de que os principais interessados fiscalizem a transmissão do mínimo obrigatório e denunciem eventuais casos de desrespeito ao próprio Ministério das Comunicações ou à Anatel. A audiodescrição deverá funcionar em algum canal secundário de áudio.

*Matéria divulgada no site Bengala Legal dia 21 de junho de 2011.

"Cibercultura: o que muda na Educação"

Olá pessoal!

Vejam no Youtube a Série "Cibercultura: o que muda na Educação". Programa TV Escola. A série é muito rica e conta com a participação e autoria de diversos professores e pesquisadores!

Vamos aproveitar, divulgar e debater também em nossas diversas redes.
Lembramos que a Publicação Eletrônica n. 3/2011, referente à série, encontra-se disponível em no site (http://www.tvbrasil.org.br/saltoparaofuturo/boletins.asp) para download.

O programa é exibido às 19h pela TV Escola, via antena parabólica (analógica: Hor./Freq. 3770 e digital: Banda C Vert./Freq. 3965) e internet (http://tvescola.mec.gov.br/aovivo.html), e reprisado às 8h e às 14h. Além disso, a TV Escola é transmitida via SKY (112), Telefônica TV (694) e Embratel (123). Produzido pela TV Brasil, o programa é apresentado em reprise na grade da emissora às 5h50min.

A série visa analisar as mudanças que ocorrem e/ou poderão ocorrer nas práticas curriculares em conexão com a cibercultura. Ao longo dos programas, serão discutidas as práticas de Educação a Distância mediadas por tecnologias digitais em rede e pela produção cultural gerada por estas interfaces no ciberespaço e nas cidades. Estes são os três eixos temáticos propostos para a série: EAD - antes e depois da cibercultura; A pesquisa e a cibercultura como fundamentos para a docência online; O currículo multirreferencial: outros espaços-tempos para a educação online. PGM 1: EAD: antes e depois da cibercultura; PGM 2: A docência online; PGM 3: Currículo multirreferencial; PGM 4: Outros olhares sobre cibercultura e educação; PGM 5: Cibercultura e educação em debate.

Confira no programa, um pouco da História da Educação a Distância no Brasil, as primeiras experiências, o ensino por correspondência e como as tecnologias continuam presentes na educação. Em entrevista, João Vianey nos fala sobre o conceito atual de Educação a distância, quais os desafios dessa modalidade e o que determina a legislação. Ivana Bentes (ECO/UFRJ) e André Lemos abordam a relação entre Educação a distância e Cibercultura. E na Escola Municipal José Francisco Nunes, em Itapicuru–Irecê/BA, uma experiência da Rede de Intercâmbio de produção educativa. Finalizamos o programa com a entrevista da consultora da série Edméa Santos. No segundo programa, o foco está na pesquisa e na cibercultura como fundamentos para docência on line; o papel do docente na EAD e as demandas trazidas pela cibercultura. Marco Silva (UERJ) comenta uma pesquisa interinstitucional que coordenou para produção de conteúdos para formação de professores para docência on line. Em Salvador, gravamos experiências do NTE 16 e da Escola Aristides de Souza de Oliveira sobre a formação de professores via cursos online. Simone Lucena (NTE Salvador) destaca o potencial da educação online para formação de professores da educação básica. Maria Tereza Freitas (UFJF) encerra o programa falando sobre Tecnologia como linguagem. O terceiro programa apresenta diferentes experiências que têm como base o Currículo Multirreferencial, como um projeto sobre Tabuleiros digitais, no município de Irecê. Roberto Sidney Macedo e Teresinha Fróes (UFBA) conceituam o Currículo Multirreferencial; a professora Lynn Alves (UNEB) mostra o trabalho no laboratório de jogos eletrônicos e Educação online. Na Escola Municipal Antonio Euzébio, registramos atividades com games e com a professora Nicia Riccio (UFBA); conhecemos o Curso Moddle, um curso de formação de professores do Ensino Superior para trabalhar com ambientes virtuais de aprendizagem. Completando o programa, temos uma entrevista com Nelson Pretto (UFBA). No programa quatro, são entrevistadas: Margareth Olegário – o uso da informática educativa na prática pedagógica com alunos cegos; Rachel Colacique – acessibilidade para surdos e o desafio da docência online; Valéria de Oliveira – acessibilidade com tecnologias (hardware e software) para pessoas com deficiência física e motora e o projeto “Rompendo Barreiras” (UERJ). No programa cinco, ao vivo, contaremos com a participação de: Edméa Santos (consultora da série), Conceição Soares e Eugênio Trivinho.

Contamos com sua atenção no sentido de mobilizar professores/cursistas a participarem da interatividade do programa pelas funcionalidades do site: fórum, enquete e mural, além do e-mail salto@mec.gov.br e do telefone 0800 282 6757 (durante o ‘ao vivo’).
O programa é exibido às 19h pela TV Escola, via antena parabólica (analógica: Hor./Freq. 3770 e digital: Banda C Vert./Freq. 3965) e internet (http://tvescola.mec.gov.br/aovivo.html), e reprisado às 8h e às 14h. Além disso, a TV Escola é transmitida via SKY (112), Telefônica TV (694) e Embratel (123). Produzido pela TV Brasil, o programa é apresentado em reprise na grade da emissora às 5h50min.


PROGRAMAS:

1º Programa http://www.youtube.com/watch?v=AoR8Bfo4pG4

2º Programa http://www.youtube.com/watch?v=c-NreGRqHuw

3º Programa http://www.youtube.com/watch?v=qDUDYrRS8Eo

*4º Programa http://www.youtube.com/watch?v=AIA1ncR3T4Y

No quarto programa, Margareth Olegário (1º bloco), Rachel Colacique (2º bloco) e Valeria de Oliveira (3º bloco) falam sobre as questões referentes à inclusão da pessoa com deficiência.


5º Programa http://www.youtube.com/watch?v=NSOQFkoZ3RY

Salto para o Futuro: você faz parte desta rede!

Núcleo de Utilização e Avaliação

segunda-feira, 6 de junho de 2011

curso "Língua Portuguesa para Surdos Universitários (EAD) - Educação a Distância"

Olá pessoal
Estão abertas as inscrições para o curso "Língua Portuguesa para Surdos Universitários (EAD) - Educação a Distância " da Unisinos Virtual. O curso será 100% a distância (através da internet), pela Plataforma Moodle.
O objetivo do curso é desenvolver habilidades de leitura e escrita em Língua Portuguesa, e é totalmente gratuito.


Seleção de alunos:
- De 02 de junho a 14 e agosto de 2011;
- Serão disponibilizadas 12 vagas;
- O curso é destinado a Surdos/Surdas que estejam cursando alguma faculdade atualmente, em qualquer semestre e qualquer curso;
- O aluno precisa possuir acesso à internet e conhecimentos básicos de informática;
- Gratuito.


Datas importantes:
- A partir de 15 de agosto os alunos selecionados receberão um e-mail de aviso;
- Os alunos selecionados deverão enviar a documentação necessária por correios ou pessoalmente à UNISINOS até o dia 31 de agosto.
- O curso ocorrerá, provavelmente, entre 05 de setembro e 12 de novembro de 2011, com um CHAT por semana.


Para se inscrever:
- Acesse a ficha de inscrição (https://docs.google.com/document/d/1FJp3RqTcFr3P9j0LDrv20hKy2YT4Ft2ukjG_0BODLZQ/edit?hl=en_US&pli=1#) e envie até o dia 14 de agosto para blogvendovozes@gmail.com, com assunto: Inscrição curso EAD para Surdos.


- Em caso de dúvidas escreva para: blogvendovozes@gmail.com

domingo, 29 de maio de 2011

Depoimento da Profa. Valeria de Oliveira

Familiares, Professores, Pesquisadores, Companheiros,

Vejam o que a Dra. Mantoan pensa sobre nós que não aceitamos o que ELA e um Grupo Político Partidário chamam de INCLUSÃO!

Ela diz, publicamente, que somos
MANIPULADORES, SEGREGADORES e ASSISTENCIALISTAS.
Ela afirma que faz parte de um EXÉRCITO!

Não desejamos travar nenhuma batalha, só clamamos pela PAZ e pelo direito de escolha das famílias e das pessoas com deficiência!

Eu sei de que lugar eu falo:
Sou MÃE de uma criança SURDA PROFUNDA!
Sou PROFESSORA!
Sou PESQUISADORA!
Sou MILITANTE e luto pelos direitos das pessoas com deficiência!
Sou CIDADÃ!
Não sou manipulável!
Não falo de um laboratório, nem de um gabinete frio e indiferente!
Não ocupo nenhum cargo político!


Então,

Pergunto aos senhores e senhoras:

Por que estas pessoas usam a legislação para tentar fazer da escola um lugar que não respeita as diferença e trazer para as salas de aula regulares surdos, cegos, paralisados cerebrais, deficientes intelectuais, todos "juntos e misturados"?

Esta alternativa na dará conta da complexa tarefa de levar a educação àqueles que têm especificidades tão particulares que necessitam de práticas pedagógicas tão singulares quanto suas necessidades educacionais especiais?

Será que estas pessoas realmente acreditam no que falam e defendem?

Será que elas gostariam que fizessem isso com seus familiares?

Será que não conseguem perceber que o que se aplica para uma pessoa específica, nem sempre se aplica a outra?

Pensar a educação de pessoas com deficiências não é a coisa mais simples e fácil do mundo!

Vejamos o que diz a constituição:

Os princípios da presente Convenção são: O respeito pela dignidade inerente, independência da pessoa, inclusive a liberdade de fazer as próprias escolhas, e autonomia individual. A não discriminação; (...) o respeito pelas capacidades em desenvolvimento de crianças com deficiência e da diversidade humana e respeito pelo seu direito a preservar sua identidade. (Convenção, 2007, art. 3, p.31 que a partir do DL 186/2008 é incorporada à constituição – grifo meu)

Posto que a Convenção/Constituição garante que o primeiro direito a ser respeitado é o de escolha, precisamos entender o que é específico para cada aluno com deficiência, segundo suas especificidades. Com relação aos DV visuais e Surdos indago: Quantos professores das unidades do Colégio Pedro II estão Formados para receber estes alunos? Quem é proficiente em LIBRAS? Sabe Braille? Acessa ferramentas e softwares leitores de tela? Alguém domina as técnicas de elaboração de materiais adaptados com texturas, tamanho e formas diversificadas, contrastes, e outras? Quanto tempo levará para que essa e outras escolas sejam capazes de cumprir seu papel de Unidade Escolar / Instituição de Ensino? Como apontar caminhos para os professores ensinarem Matemática, Português, Geografia, História, Inglês, de forma não fragmentada, para o aluno com deficiência de todos os níveis de ensino? E a formação para o Atendimento Educacional Especializado (AEE)? (Silva, 2011 - texto apresentado ao Jornal Eletrônico Educação & Imagem - UERJ)

Alguém conhece algum hospital que primeiro mata os pacientes para depois pensar na formação do médico/cirurgião?

É comum primeiro medicar toda população para depois aprovar o medicamento?

Primeiro saltar do avião para depois saber se o paraquedas funciona?

Mas a proposta da Dra. Mantoan e do grupo que ela representa oficial e publicamente no documento abaixo é primeiro jogar os alunos com deficiência no abismo da indiferença, depois o MEC vê como fica a formação docente e outros pequenos detalhes!

Enquanto isso, as ocorrências são mascaradas (a sujeira fica escondida e todos pisam o tapete), cursos a distância são oferecidos com "material didático" desatualizado. Os professores recebem um pacote pronto e dão como retorno para "avaliação" parte dos textos que recebeu! Uma forma de tornar legal a certificação!

E a prática? E o cotidiano escolar desses alunos? O MEC diz que será na prática da "inclusão" que os problemas serão resolvidos! (Ou seja, depois que o paciente tiver morrido, providenciaremos um curso de medicina/especialização para quem tiver tentado cuidar dele!)

Enquanto isso... Os segregados serão os alunos com deficiência que permanecerão em espaços estranhos e hostis para eles.

EU NÃO QUERO MINHA FILHA HUMILHADA EM ESPAÇOS ELITIZADOS ONDE OS FRACAÇADOS SÃO, INCLUSIVE, JUBILADOS!

Vale ressaltar que não sou contra a Inclusão, mas não aceito esta forma político-partidária que trata nossos alunos, amigos e filhos como qualquer coisa que pode ser posta em qualquer lugar!
Chamar de Inclusão o que estão propondo é considerar que somos tolos a ponto de não perceber o quanto estão querendo economizar! E para onde vai esta verba? É muito mais lucrativo pagar "centavos X dois" por aluno com deficiência do que manter profissionais que os prepare para a vida acadêmico/profissional.

Valeria de Oliveira

terça-feira, 17 de maio de 2011

Embratel e IBDD qualificam pessoas com deficiência para o trabalho


Informe IBDD
O IBDD mais perto de você

edição nº 157
11/05/2011

Embratel e IBDD qualificam pessoas com deficiência para o trabalho
A Embratel, uma das maiores empresas de telecomunicações do país, está inovando na inclusão da pessoa com deficiência no mercado de trabalho. Com a parceria do IBDD, a empresa começou este mês a segunda etapa da qualificação para o trabalho de uma turma de 50 pessoas com deficiência no Rio e em São Paulo.
Com essa iniciativa, a Embratel quebra um padrão de comportamento comum em boa parte das empresas de seu porte, que deixam de cumprir a Lei de Cotas sob a alegação de que as pessoas com deficiência não estão qualificadas para o trabalho. “Uma lei existe para ser cumprida, mas quando se acredita na causa, deixa de ser uma obrigação”, afirma Norete Cristina, coordenadora do projeto da Embratel.
Para romper a barreira do preconceito, a empresa criou o Projeto Gente Capaz que, com a ajuda do IBDD, está treinando profissionais com deficiência para atuar nas áreas administrativa e técnica. São seis meses de qualificação e treinamento que incluem uma passagem pelo Senai para um curso técnico em telecomunicações.
O objetivo da Embratel é que todos os alunos das turmas do Rio de Janeiro e de São Paulo sejam contratados no final do curso. Durante o período de treinamento, a empresa oferece uma bolsa auxílio para alimentação e transporte no valor de R$ 510,00. Os alunos recebem dois módulos no curso: o primeiro, administrativo, ministrado pelo Centro de Desenvolvimento de Competências do IBDD, e o segundo, o módulo técnico, no Senai.

Turmas Embratel IBDD Instituto Brasileiro dos Direitos da Pessoa com Deficiência

e-mail: informativo@ibdd.org.br
www.ibdd.org.br

domingo, 15 de maio de 2011

Filmes relacionados à inclusão de pessoas com deficiências, doenças crônicas e outras relações sociais que levam à exclusão - Parte 2

Dando continuidade à lista de filmes e desenhos animados relacionados à inclusão de pessoas com deficiências, doenças crônicas e outras relações sociais que levam à exclusão, postamos hoje mais 19 títulos.



A Luz dos Nossos Olhos (Szemünk Fénye): Kati e Gyõzõ são casados e têm um filhinho de dois anos de idade, Ferike. O casal é cego e o filho é vidente. O filme acompanha a família desde o nascimento do bebê, registrando momentos inusitados e imprevisíveis. Documentário, 60 min, Hungria, 2006.


A Maçã: Trata do isolamento social de duas meninas gêmeas filhas de uma mãe cega e de um pai muito velho que para ganhar a vida reza pela aldeia.




A Música e o Silêncio: É a história de Lara, menina que renuncia a tudo o que mais gosta na vida para tomar conta de seus pais, surdos. Na adolescência Lara revê sua tia Clarissa, uma bem sucedida clarinetista de Jazz. Lara apaixona-se pela música e decide dedicar-se de corpo e alma aos estudos do instrumento musical. Anos mais tarde, já uma bela mulher, Lara prepara-se para entrar no conservatório de Berlim, quando conhece Tom, o homem que vai dar novo sentido a sua vida.


A Pessoa é para o que Nasce: Três irmãs, Regina, Maria e Conceição, cegas de nascença, unidas por esta incomum peripécia do destino, viveram toda sua vida cantando e tocando ganzá em troca de esmolas nas cidades e feiras do Nordeste do Brasil. O filme acompanha os afazeres cotidianos destas mulheres e revela suas curiosas estratégias de sobrevivência, cantar pelas ruas da cidade a fim de complementar a renda familiar, sustentada pela mísera aposentadoria. Desta forma, encontram o seu estar no mundo da música.


A Pessoa é para o que Nasce - 2: Cegueira. Documentário de 6 minutos.


À Primeira Vista: Uma arquiteta está de férias em um hotel e apaixona-se pelo massagista cego. Convence-o a submeter-se a uma operação para que ele volte a enxergar. O filme é baseado em fatos reais e mostra as dificuldades do voltar a enxergar.


A Princesa e o Motorista: Uma jovem rica e super protegida pelos pais. Os pais sabem da dificuldade da filha (a garota não consegue aprender a ler), a bela menina não vai a escola, mas tem um enorme desejo de aprender; para manter as aparências como quisesse se enganar a si mesma, ela anda sempre com um livro. O motorista da abota acaba se transformando em seu grnde amigo e começa a lhe mostrar as coisas simples do mundo do qual ela estava privada, como por exemplo, pegar um metrô. Este filme passou na sessão da tarde há muito tempo. É muito belo.


À Procura de Mr. Goodbar: Baseado no best seller de Judith Rossner, “A procura de Mr. Goodbar” tem como atriz principal Diane Keaton, que faz o papel de uma mulher reprimida sexualmente que de dia dá aulas como professora de crianças surdas, e à noite procura o prazer nos braços de homens desconhecidos. O talento de Diane Keaton mantém nossa atenção sobre o filme que foi indicado ao Oscar em 1978. O filme marcou também o primeiro trabalho substancial de Richard Gere e de Tom Berenger.


À Sombra do Piano (Under the Piano): Franny luta por mais de trinta anos para dar apoio e respeito a Rosetta, sua irmã mais nova, que é autista. Ela acredita que Rosetta tenha uma intensa vida emocional e intelectual escondida sob o seu rosto impassível. O principal obstáculo é a mãe, Regina, uma cantora lírica que abandonou a carreira para se dedicar à família e agora, amarga e ressentida, é obcecada_por controle e carente de adulação.


A Vida não se Resume a Olhares: O filme retrata os preconceitos vividos e descritos por deficientes visuais que tentam se adaptar à vida em sociedade. O roteiro, escrito por oito alunos do Instituto Benjamim Constant, no Rio de Janeiro, foi inspirado por uma mostra de cinema sobre necessidades especiais (Assim Vivemos). No filme, os próprios alunos deficientes visuais alternam entre papéis de videntes e vítimas do preconceito. Ficção, 11 min, Brasil, 2005.


Acessibilidade, Siga esta Ideia: Vídeo da Campanha de Acessibilidade lançada na I Conferência Nacional dos Direitos da Pessoa com Deficiência.




Acordando Ola Obudzic ab: Após tomar uma medicação, a pequena Ola, uma menina de 6 anos de idade, entrou em coma, o que resultou em grave comprometimento motor. O filme mostra a dedicação de sua mãe e sua pequena irmã para abot-la a recuperar os movimentos e toda sua inteligência e vivacidade cativantes. Documentário, 29 min, Polônia, 2002.


After Life: Relação entre uma moça com síndrome de Down e seu irmão.






Além dos Meus Olhos: Após alguns anos de casados, James e Ethel, que são cegos, descobrem que não podem ter filhos. Quando decidem adotar uma criança, têm que enfrentar uma série de barreiras legais e provar que são capazes de cuidar de alguém.




Amadeu: O filme Amadeus conta a história de Mozart; que era um autista asperger, ou seja, um autista de alta funcionalidade Mozart nasce com o dom da música e o filme Amadeus é excelente, pois retrata a personalidade estremamente criativa de Mozart, em contraste com um mundo que rasteja na insanidade e na inveja. O autismo asperger de Mozart está presente no filme inteiro, e nos mostra que ser asperger não é pra qualquer um é na verdade um dom com o qual poucos nascem, e portanto devemos olhar para essas pessoas especiais com respeito e carinho, pois eles tem uma ideia de mundo bem diferente do que os seres humanos chamados “normais”.




Amargo Regresso: Em 1968, Bob Hyde, um oficial do exército americano, embarca para o Vietnã. Sally , sua mulher, decide servir como voluntária em um hospital para veteranos. Lá ela encontra Luke Martin, um antigo colega da faculdade, agora um soldado paraplégico, e apaixona-se por ele. A trama se desenvolve até que, quando a verdade é revelada, as consequências se tornam dramáticas para todos os envolvidos.


Amnésia: Conta a história de um ex-investigador de seguros que procura o assassino e estuprador de sua mulher. O trauma causa-lhe uma espécie de amnésia que faz com ele se esqueça das coisas tão logo elas aconteçam.








Amy – Uma Vida pelas Crianças: Conta a história de uma mulher que deixa tudo para se tornar professora em escola para crianças deficientes. Ela entra para um mundo sem som e se dedica a ensinar crianças a falar. Elas por sua vez, a ensinam a amar. Na escola onde Amy leciona estudam crianças surdas, cegas e surdas-cegas.




Antes de Partir: Dois homens com câncer terminal decidem viajar pelo mundo juntos, realizando os últimos desejos de suas vidas. Dirigido por Rob Reiner (Questão de Honra) e com Jack Nicholson, Morgan Freeman e Sean Hayes no elenco.





Última atualização em 15/maio/2011.

Organizadora: Professora Valéria de Oliveira
Revisora: Kamilla Loivos

*Se você quiser contribuir com este trabalho, mande novas sugestões para: rompendobarreiras@gmail.com

quinta-feira, 5 de maio de 2011

Filmes e desenhos animados relacionados à inclusão de pessoas com deficiências, doenças crônicas e outras relações sociais que levam à exclusão

Bom dia!

Hoje vamos iniciar a divulgação de uma listagem de filmes e desenhos animados relacionados à inclusão de pessoas com deficiências, doenças crônicas e outras relações sociais que levam à exclusão.
Serão 10 publicações com títulos de filmes e suas sinopses. Vale a pena conferir!

Foram incluídos os filmes dos 1º, 2º e 3º Festivais Internacionais de Filmes sobre Deficiência – “Assim Vivemos”.

11 de Setembro: 11 diretores consagrados foram convidados para fazer um filme sobre esta tragédia e realizaram 11 filmes de 11 minutos cada um sobre o dia negro da história dos Estados Unidos e do mundo. O filme da França é protagonizado por uma atriz surda.










AAltra: Dois vizinhos vivem em lados opostos de uma rua no campo. Eles odeiam-se e a vida para eles não é mais do que uma confrontação diária dolorosa. Um dia, durante uma disputa violenta, um atrelado derruba-os e envia-os para o hospital. Têm os dois alta, saem em cadeira de rodas, paralisados da cintura para baixo.


A Casa (The house): Um grupo de mulheres com deficiência mental fala de suas vidas e memórias através de desenhos que serão transformados em animações criadas pela diretora Vivienne Jones. Um grupo de artistas. Um filme de Eija-Liisa Ahtil. Documentário,8min Reino Unido, 2003.


A Chave de Casa: Um jovem que possui deficiências físicas e psicológicas devido a problemas no parto precisa ir anualmente a um hospital de Berlim. Numa dessas viagens seu pai o acompanha, na tentativa de se aproximar dele. Com Charlotte Rampling.


A Cor do Paraíso: Filho espera o pai vir buscá-lo para as férias, numa escola especial para crianças cegas. O pai no entanto fica relutante em levá-lo para casa, por pensar que isso poderá atrapalhar suas pretensões de se casar de novo.



A de Autismo: Um breve olhar sobre a condição do autismo, utilizando apenas palavras, desenhos, música e uma sequência deslumbrante de animações, tudo feito com a contribuição de pessoas autistas.








A Escolha: Baseado em um fato real, conta a história de um adolescente cuja vida passa por uma radical transformação. Depois de dividir seu tempo entre o futebol, aperfeiçoamento da técnica de tocar violino e divertir-se com os amigos e a namorada, enfrenta uma perda gradativa da audição.










A Força de um Campeão: Inspiradora história verídica de Tony Fingleton, um jovem de uma família problemática que encontrou a força interior para se tornar um campeão. A história contra todas as probabilidades de Tony tornar-se campeão de natação, apesar de ter um pai autoritário e alcoólico e uma mãe sofredora mas verdadeiramente heróica. Ofuscado aos olhos do pai pelos seus irmãos, é apenas quando Tony mostra um extraordinário talento para a natação que sente não só o poder para conquistar o coração do pai como também talvez uma medalha olímpica.


A Forma de Dentro (The Inner Form): Neste vídeo, a coreografia remete não apenas à relação entre o professor de dança e seu aluno, mas também à relação entre o indivíduo considerado ‘normal’, com um corpo ‘perfeito’ e ‘modelado’, e o outro que foge a esse padrão. Dançando juntos, mostram-nos a possibilidade de caminhar lado a lado, fazendo parte da mesma ‘dança’. Ficção, 13 min, EUA, 2006.


A História de Brooke Ellison: Um grave acidente deixa a jovem Brooke Ellison tetraplégica. Mas sua incansável vontade de viver e se superar não só a leva de volta à escola como também à universidade, onde se forma com louvor.
Drama biográfico baseado na vida de Brooke Ellison, que ao lado de sua mãe Jeane escreveu um livro em que conta sua história.


Última atualização em 05/maio/2011.

Organizadora: Professora Valéria de Oliveira
Revisora: Kamilla Loivos


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terça-feira, 3 de maio de 2011

Missa de 1 no de falecimento da professora Glorinha

Convidamos todos os nossos amigos a participar da Missa de 1 ano de falecimento da professora Glorinha.

Data: 04/05/2011
Horário: 18:00h
Local: Paróquia Nossa Senhora da Esperança*
*Clique no título da postagem para ver mapa do local.

Rua Cde Irajá, 465 - Botafogo
Rio de Janeiro - RJ, 22271-020
21 2538-2215

Ônibus: Rua Voluntarios da Patria próximo ao número 393.


Contamos com a presença de todos para homenagear nossa querida amiga, tão importante para o Rompendo Barreiras.

quarta-feira, 27 de abril de 2011

Adoção de crianças com deficiência

Vejam a matéria que vem sendo veiculada nesta semana nos jornais da TV Brasil sobre adoção de crianças com deficiência. Nossa coordenadora, Valéria de Oliveira, deu uma entrevista ao canal.

Vamos divulgar essa matéria!

video

terça-feira, 26 de abril de 2011

Salto para o Futuro/TV Escola (MEC) exibirá a série inédita “Cibercultura: o que muda na educação”

Caríssimos(as),

Na semana de 25 a 29 de abril, o programa Salto para o Futuro/TV Escola (MEC) exibirá a série inédita “Cibercultura: o que muda na educação”, sob a consultoria de Edméa Santos (PROPED-UERJ).

A série visa analisar as mudanças que ocorrem e/ou poderão ocorrer nas práticas curriculares em conexão com a cibercultura. Ao longo dos programas, serão discutidas as práticas de Educação a Distância mediadas por tecnologias digitais em rede e pela produção cultural gerada por estas interfaces no ciberespaço e nas cidades. Estes são os três eixos temáticos propostos para a série: EAD - antes e depois da cibercultura; A pesquisa e a cibercultura como fundamentos para a docência online; O currículo multirreferencial: outros espaços-tempos para a educação online. PGM 1: EAD: antes e depois da cibercultura; PGM 2: A docência online; PGM 3: Currículo multirreferencial; PGM 4: Outros olhares sobre cibercultura e educação; PGM 5: Cibercultura e educação em debate.

Confira no programa, um pouco da História da Educação a Distância no Brasil, as primeiras experiências, o ensino por correspondência e como as tecnologias continuam presentes na educação. Em entrevista, João Vianey nos fala sobre o conceito atual de Educação a distância, quais os desafios dessa modalidade e o que determina a legislação. Ivana Bentes (ECO/UFRJ) e André Lemos abordam a relação entre Educação a distância e Cibercultura. E na Escola Municipal José Francisco Nunes, em Itapicuru–Irecê/BA, uma experiência da Rede de Intercâmbio de produção educativa. Finalizamos o programa com a entrevista da consultora da série Edméa Santos. No segundo programa, o foco está na pesquisa e na cibercultura como fundamentos para docência on line; o papel do docente na EAD e as demandas trazidas pela cibercultura. Marco Silva (UERJ) comenta uma pesquisa interinstitucional que coordenou para produção de conteúdos para formação de professores para docência on line. Em Salvador, gravamos experiências do NTE 16 e da Escola Aristides de Souza de Oliveira sobre a formação de professores via cursos online. Simone Lucena (NTE Salvador) destaca o potencial da educação online para formação de professores da educação básica. Maria Tereza Freitas (UFJF) encerra o programa falando sobre Tecnologia como linguagem. O terceiro programa apresenta diferentes experiências que têm como base o Currículo Multirreferencial, como um projeto sobre Tabuleiros digitais, no município de Irecê. Roberto Sidney Macedo e Teresinha Fróes (UFBA) conceituam o Currículo Multirreferencial; a professora Lynn Alves (UNEB) mostra o trabalho no laboratório de jogos eletrônicos e Educação online. Na Escola Municipal Antonio Euzébio, registramos atividades com games e com a professora Nicia Ricc io (UFBA); conhecemos o Curso Moddle, um curso de formação de professores do Ensino Superior para trabalhar com ambientes virtuais de aprendizagem. Completando o programa, temos uma entrevista com Nelson Pretto (UFBA). No programa quatro, são entrevistadas: Margareth Olegário – o uso da informática educativa na prática pedagógica com alunos cegos; Rachel Colacique – acessibilidade para surdos e o desafio da docência online; Valeria de Oliveira – acessibilidade com tecnologias (hardware e software) para pessoas com deficiência física e motora e o projeto “Rompendo Barreiras” (UERJ). No programa cinco, ao vivo, contaremos com a participação de: Edméa Santos (consultora da série), Conceição Soares e Eugênio Trivinho.

Lembramos que a Publicação Eletrônica n. 3/2011, referente à série, encontra-se disponível em nosso site (http://www.tvbrasil.org.br/saltoparaofuturo/boletins.asp) para download.

Contamos com sua atenção no sentido de mobilizar professores/cursistas a participarem da interatividade do programa pelas funcionalidades do site: fórum, enquete e mural, além do e-mail salto@mec.gov.br e do telefone 0800 282 6757 (durante o ‘ao vivo’).

O programa é exibido às 19h pela TV Escola, via antena parabólica (analógica: Hor./Freq. 3770 e digital: Banda C Vert./Freq. 3965) e internet (http://tvescola.mec.gov.br/aovivo.html), e reprisado às 8h e às 14h. Além disso, a TV Escola é transmitida via SKY (112), Telefônica TV (694) e Embratel (123). Produzido pela TV Brasil, o programa é apresentado em reprise na grade da emissora às 5h50min.

Salto para o Futuro: você faz parte desta rede!

Núcleo de Utilização e Avaliação

quarta-feira, 30 de março de 2011

Língua de sinais ajuda alunos a melhorar o comportamento

No dia 23 de fevereiro de 2011 foi publicada uma matéria no Portal Educação do MEC sobre a importância da Língua de Sinais.

"Preocupada com as dificuldades de convívio dos alunos em sala de aula, a professora Roberta Dutra buscava uma solução diferente para impedir brigas e desentendimentos que dificultavam o aprendizado. Além de diferente, importante e capaz de marcar a vida dos estudantes para sempre. Formada em letras, com especialização em educação inclusiva, ela decidiu ensinar a língua brasileira de sinais (libras) aos estudantes do quarto ano do ensino fundamental da Escola Municipal Professora Edna Umbelina de Sant’Anna da Silva, em Nova Iguaçu (RJ)."


Esse é apenas o primeiro paragráfo da matéria, que é muito importante e interessante. Vale a pena conferir na íntegra! (Clique no título da postagem e confira!)

Só teremos a inclusão do surdo e educação bilíngue no dia em que todos, surdos e ouvintes, dominarem a LIBRAS e a Língua Portuguesa. No caso do surdo, Língua Portuguesa na modalidade instrumental leitura e escrita.

Essa é a função da escola inclusiva preparada parta receber todos, inclusive o surdo!

Vamos continuar abraçando essa causa!

Mensagem de pêsames para nossa bolsista Aline

“A vida não passa de uma oportunidade de encontro;
só depois da morte se dá a junção;
os corpos apenas têm o abraço,
as almas têm o enlace.”

Victor Hugo



Aline,

Os amanheceres, entardeceres e anoiteceres são únicos

e a vida sempre segue seu curso...

Neste momento, o Senhor de todas as coisas realiza sua obra

sem que alcancemos sua grandeza;

Enquanto novas vidas são dadas à luz, outras vão ao encontro do criador.

e a matéria que não é perfeita nem eterna,

não deve ser confundida com a essência que, certamente,

resiste aos agentes biológicos e químicos de deterioração e corrosão.

Os entes queridos, mães, pais, filhos, irmão, grandes amigos,

sempre farão parte das nossas vidas, não importa o nível planetário que se encontrem.

A distância, independente da possibilidade de reencontro físico, sempre traz saudades, mas o amor que dedicamos a quem amamos e

que guardamos em nossos corações nos conforta.

E é envolvida nesta tônica de grande afeto que apresento nossos sentimentos a você, Aline Barreto Ferreira Pinto, por este momento de dor.

A equipe do Rompendo Barreiras, os demais bolsistas, colaboradores, Professora Eneida e eu, gostaríamos que soubesse que pode contar com todos nós.

Tenha certeza que sua mãe, Nair Barreto Gomes, onde estiver, sabe que você tem amigos que lhe dedicam um grande afeto.


Valeria de Oliveira